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 Os deveres de uma Princesa

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Dianne Martell
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Casa : Martell
Local de Nascimento : Dorne
Feminino Mensagens : 53
Data de inscrição : 08/07/2016

MensagemAssunto: Os deveres de uma Princesa   10.07.16 5:54

A festa da comemoração da coroação de Dianne foi algo maravilhoso, havia lordes, vassalos dos Martells e outros, os Daynes e os Ullers foram chamados, mas não deram resposta, Não sou a única sofrendo por um ente querido..., pensou a princesa com a amargura, pois sentia falta do irmão, desejava chegar em Dorne e vê-lo bem, reclamando que já era tarde, queria da-lhe os vinhos que conseguiu em Pentos, pois sabia o gosto que o irmão tinha, Mas não... Assim que chego aqui o que aconteceu? O filho da puta some! Maldito seja.

No dia seguinte Meistre Bilbo foi ao seu encontro, em quanto tomava sol no pátio de mármore.

- Senhora Dianne?... - perguntou o pequeno velho interrompendo seus pensamentos.

- Eu não acredito... Meistre Bilbo é o senhor? - achava que o velho meistre do pai havia morrido, era um homem velho, na faixas dos 80 anos, sempre a enchia de histórias sobre o Norte e como não queria voltar pra lá.

- Sim sou eu, e olha só criança... Se tornou uma mulher, igual a sua mãe... - cerrou ainda mais os olhos - Sim... Igual a sua mãe...

- Alguns dizem que me pareço com meu pai, Lord Doran - achava graça naquilo.

- Perdão interromper seu descanso senhora... Mas... Não lhe trago boas notícias - entregou duas cartas, uma aberta e outra fechada, ambas com o símbolo dos Targaryens - Essa carta chegou ao seu irmão antes do mesmo sumir, e essa chegou depois... - observou a princesa abrir e ler a carta com o selo rompido.

- O Rei Jaehaerys foi assassinado... - não conhecia muito do Rei, mas soube por alto que era um homem bondoso, dócil e gentil, tudo aquilo que seu antecessor não era - E meu irmão havia sido convocado para o conselho, aonde decidiriam qual dos seus filhos subiria Trono de Ferro...

- Seu irmão não compareceu a esse conselho minha senhora, ao invés disso ele mandou sua irmã Princesa Dianna no seu lugar - Dianne olhou espantada para o meistre.

- Mas.. Dianna não é uma Martell.. Ela é uma bastarda, ela é uma Sand - se lembrava da jovem, era bonita, mas seu irmão a criou como se fosse uma irmã, talvez pra suprir a falta que Dianne fazia - Pela Mãe... Ele ficou maluco? como os Lordes reagiram?

- Ela foi barrada pelos guardas na entrada da Fortaleza Vermelha... Depois disso ela sumiu - Assim coo meu irmão... Deve ter ido me procurar, sempre desejava viajar comigo..., se lembrou da jovem dornesa, sempre fora apegada a princesa, tentou treinar, mas não chegava aos pés da mesma, mas ainda sim respeitava garota.

- Não me admira... Se os Lordes souberem... - não conseguia acreditar que o irmão havia dado um mole desses - Por que ele não foi?? Mandar uma bastarda é uma afronta! Que merda!

- Ele mandou uma carta justificando, dizendo que estava se sentindo mal e que ela o representaria.

- Que ele fosse mal pra Porto Real! Foda-se se estava doente! Ela até poderia acompanha-lo para dentro do castelo, mas era trabalho DELE representar a Casa Martell e não ELA! Pela Mãe Roine! - Burro, estúpido, se os Lordes souberem disso podem querer... Podem querer arrumar uma briga com Dorne... Até uma guerra..

- Sinto muito Princesa, mas foi a vontade dele..

- Não foi sua culpa Meistre Bilbo, o senhor só seguiu as ordens daquele cabeça oca... Parece que ele pensa mais com a cabeça de baixo do que com a de cima - Assim como todos os homens..

- Não diga isso senhora... Seu irmão apenas não estava em suas melhores condições de comparecer a este concelho... - disse o velho meistre vendo Dianne quebrar o selo da última carta.

- Na verdade nem entendo do por que chamaram ele - falou a princesa segurando o papel,mas sem lê-lo - Dorne não se ajoelhou ao Targaryens, meu irmão não selou nenhum acordo com eles, o próprio se orgulhava por não ter abaixado a cabeça para os dragões como o resto de Westeros... - então voltou seus olhos a carta - O Príncipe Valerion foi coroado Rei, agora é Rei Valerion, O Primeiro do Seu Nome, Rei dos Ândalos, dos - não podia acreditar no que leu ali -dos Roinares, e dos Primeiros Homens, Protetor dos Sete Reinos... - havia acides em sua voz quando leu dos Roinares, Ácido como o veneno do Basilisco Vermelho

- Como isso aconteceu? - perguntou o meistre

- Julgamento por Combate - pode ver um pouco de confusão no rosto do velho - Parece que a votação deu empate, e a Rainha sendo mãe de ambos não podia escolher com qual ficaria a coroa, então,, Optou pelo Julgamento por Combate, onde... - voltou a ler mais um pouco da carta - Sor Nikola Lanister derrotou Sor Steffon Baratheon - Lannister..., se lembrou das palavras a maegi Cuidado com a rosa, o dragão e o leão... - E pelo que vejo aqui a Princesa Maegelle fugiu...

- Fugiu? Mas por que?

- Medo do irmão talvez, sempre ouvir dizer que os Targaryens possui a loucura no sangue, principalmente os homens... Talvez seja por isso que Dorne é um lugar onde mulheres podem governar sem problemas - Se sentia abençoada por ter nascido dornesa - Pelo que ouvi o Rei Jaehaerys queria que sua filha mais velha assumi-se o trono, assim sendo a primeira mulher a subir no Trono de Ferro, mas pelo que parece isso não aconteceu.. Tadinha da princesa... - se sentiu triste pela princesa, não poder liderar o seu povo por causa de um monte de homens imprestáveis que só acham que o trabalho de uma mulher é gerar os seus herdeiros era deprimente.

- E agora Princesa Dianne? - perguntou o meistre

- Agora? - suspirou e expirou lentamente - Agora eu não sei... Talvez haja uma guerra pelo poder, por que eu duvido que essa Princesa Maegelle irá deixar o irmão tomar o poder tão fácil assim...

- E Dorne?

- Dorne?... Dorne não moverá um dedo nessa situação, deixe que os nortenhos se matem por um trono de espinhos... - falou séria olhando para o mármore amarelo.

- E se Dorne for obrigada a participar? - o meistre assim como ela sabia que os nortenhos não deixariam Dorne de fora nessa questão.

- Se Dorne for obrigada a lutar então lutaremos, por bem ou por mal lutaremos, mas até lá esperamos.

- Pelo que senhora? - perguntou velho em quanto a jovem se levantava.

- Esperamos eles virem até nós, esperamos o momento certo - disse com um sorriso.

- Certo pra que? - perguntou quando a princesa começou a andar.

- Para dar o bote, pois as cobras só atacam quando se sentem ameaçadas, e quando atacam, atacam pra matar - falou com um sorriso no rosto e voltou a andar balançando suas saias de seda, não daria o braço a torcer, não se entregaria tão fácil, era uma Martell, de sangue e alma, e os Martells são como as areias de Dorne, quentes e cheio de perigos, pois nunca se sabem o que se enconde por baixo daquelas areias.

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Dianne Martell
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MensagemAssunto: Re: Os deveres de uma Princesa   10.07.16 20:57

- Minha senhora - o Alto Meistre a chamou.

- Já contactou Lord Uller? - perguntou a mesma parando no corredor do Pário de Mármore.

- Nem precise Majestade - tirou de um dos bolsos da manga uma carta com o selo da Casa Uller.

A princesa quebrou imediatamente o selo.

- Ele vem pra Lançassolar - se alegrou em ler aquelas palavras - Diz que vem renovar os votos e para discutir assuntos importantes - já imaginava o que era esses Assuntos importantes - Prepare o quarto para o Lord, Toca do Inferno fica aproximadamente um dia daqui.. Dois se acontecer algo pelo caminho - tinha que se preparar para chegada do Lord Uller, não se lembrava muito dele, mas ouviu várias coisas a seu respeito, uma delas é que sua maquiagem bota inveja muitas mulheres do Sete Reinos, e ouviu que como Dianne o jovem Erik adorava viajar.

- Sim senhora - o meistre se curvou e se retirou.

A princesa retomou seu caminho, tinha um duplo e urgente pensamento, queria pegar seu chicote, sua lança e sua espada, queria por seu treinamento em dia,Pois dias difíceis virão, e sinto que a paz de Dorne será perturbada por alguns senhores metido a besta.. Não, não a minha Dorne, não em quanto eu viver.

Ao chegar em seu quarto trocou imediatamente de roupa, vestia um vestido de seda amarela leve, sentiu muito calor hoje, mas a roupa de usava pra treinava era bem diferente, era um vestido de linho amarelo com detalhes de couro, havia um grande decote, mas não importava, o bom da roupa era que dava firmeza e leveza ao mesmo tempo, firmeza pelo couro das alças, cinturão e calças e levez apelo vestido, Uma dornesa que se prese luta com uma espada ou mais, adagas, um chicote e uma lança, seu pai lhe dizia isso depois que aceitou seu treinamento, olhou para seu chicote de couro vermelho trançado Uma víbora precisa de duas coisas: Presas e uma cauda e ela tinha os dois.


Foi em direção ao pátio de treinamento, estava praticamente vazio, só havia apenas alguns soldados, estava com seu chicote na mão, iria treinar com ele hoje. Começou prendendo os cabelos castanhos em um coque frouxo mas firme, em seguida começou estalando o chicote no ar, cada vez que agitava ouvia-se o choque agudo, então começou batendo-o no chão, girando de esquerda pra direita  pelo corpo, e foi que começou a `` dançar´´, se movia girando o chicote, fingindo chicotear oponentes invisíveis, sombras de guerreiros, 3, 4 ao mesmo tempo, girou o próprio corpo como se bate-se em todos ao mesmo tempo, sempre no rosto, Pois guerreiros usam armaduras..., seu pai, Sor Daimon lhe disseram isso, Mire do pescoço pra cima, pois com a chicotada certa você pode acertar o rosto pela venda do capacete, ou pode envolver seu pescoço e sufoca-lo.. Como a cauda de uma serpente enrosca nas suas presas

- Olha ela - Sor Daimon a observava encostado na parede - Se Lançassolar fosse invadida amanhã a Víbora de Dorne morreria com bravura - não pode deixar de rir.

- Mas antes levaria uns 500 soldados comigo - sempre dizia isso - Se fica ai irá levar uma chicotada - estalou o chicote e o cavaleiro riu.

-  Mil perdões senhora - levantou as mãos em redenção - Mas o Meistre Bilbo me pediu pra comunica-la que chegou a sua encomenda - Chegou? Finalmente, o cavaleiro viu a princesa enrolar o chicote no tórax e andar em passos rápidos.

Quando chegaram aos aposentos do velho meistre que se localizava na Torre de Areia, uma torre ao leste do castelo, ao chegar lá Dianne abriu devagar a porta do aposento de Bilbo.

- Meistre Bilbo? - chamou pelo velho meistre.

- Estou aqui minha querida - disse o meistre perto de uma estante cheia de frascos que ficava no canto direito do quarto, um tanto afastado da porta, quando chegou perto o velho lhe mostrou o frasco que continha um líquido azul leitoso - Aqui esta querida.

- O que raios é isso Princesa Dianne? - perguntou Sor Daimon atas da mesma

- Isso Sor Daimon.. É a toxina chamada de Veneno de Baiacu Azul - pegou o fraco que continha o líquido, era médio e cilíndrico Vai durar bastante.. Ou não, sorriu com seus pensamentos perversos.

- Outro veneno Dianne? - falou o cavaleiro interrompendo seus pensamentos.

- Mas isso não é um veneno, eu disse toxina - olhou pro homem - Deixa eu explicar, o Veneno de Baiacu Azul quando entra dentro do homem o paralisa em minutos, mas tem um porem, ele o paralisa, mas não tira seus sentidos, então ele ainda fica consciente de tudo o que está acontecendo a sua volta, mas ele não pode se mexer, apenas seus olhos se mexem - voltou a olhar para o frasco - É a maior arma do Baiacu Azul..

- Então ele vê, sente e ouve tudo e não pode se mexer? Puta merda! - a princesa falou a mesma coisa quando soube disso.

- Olha a boca - reprendeu o meistre.

- Isso mesmo capitão, mas tem um porem... Em grande quantidade o Veneno do Baiacu Azul pode... Matar - falou com um sorriso no rosto - Imagina morrer imóvel sentindo cada parte do seu corpo parar aos poucos e você não pode fazer nada, nem gritar, se mexer, apenas agonizar em silêncio...

- Deve ser terrível... - o capitão sabia da coleção de venenos da princesa, sabia que a jovem começou esse processo e que não era muito confiável quando a mesma se fazia de boa e inocente, pois o apelido de víbora não foi colocado nela atoa, quando queria Dianne era fria, calculista e insensível, pois era capaz de matar com apenas um arranhão.

- Os venenos são uma arte que pois entendem, assim como a guerra - essa era sua frase de efeito, Venenos s]ao uma arte que poucos entendem, assim como a guerra..., sua mãe lhe disse isso antes de morrer e ela levara essa frase pelo resto da vida.

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Última edição por Dianne Martell em 10.07.16 21:03, editado 1 vez(es)
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