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 A Justiça sobre o estandarte da rosa.

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Thalion Tyrell
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Casa : Tyrell
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MensagemAssunto: A Justiça sobre o estandarte da rosa.   15.07.16 3:41


Tyrell

A paz ainda reinava sobre a Campina. Naquela noite, havia me deitado logo após a janta, estava cansado e havia muita coisa para resolver no dia seguinte. Inclusive a ideia de ter um velho com clarevidência sob minha fortaleza, o que não deixava de intrigar meus pensamentos.
Ainda era noite quando meus olhos se abriram. O sono havia ido embora num pico de lucidez. Fora quando despertei. Sentei sobre a beirada de minha cama observando a campina pela janela de meu quarto. O sol ainda não havia raiado.
Esfregando meu rosto com as mãos respirava fundo a fim de tentar manter a calma que havia me deixado por um instante. Minha respiração era profunda. Fora quando ouvi o som da porta de meu quarto se abrir.

- Está acordado a essa hora, m'lorde? - Dizia uma voz feminina extremamente agradável aos meus ouvidos. Já era conhecida por mim.
- Meu sono fora embora com toda essa guerra, senhorita - Respondi, acariciando minha barba. Ainda observava o horizonte visto de minha janela.
- Deixe-me faze-lo relaxar, meu senhor - Murmurava a jovem Lilian, subindo sobre minha cama. Massageava meus ombros, beijando meu pescoço lentamente. Ela era um jovem serva da Campina, não sabia muito de sua vida; o que me chamava atenção era sua fisionomia. Seus cabelos longos e loiros; seus olhos azuis; seios medianos e rosados; e uma cintura fina que contornando seu corpo até chegar a nádegas e pernas carnudas. Era a camponesa mais bela que já havia visto.
Deixava meu corpo se envolver em suas carícias enquanto gradativamente começava a relaxar. Subitamente, me virava segurando seus braços contra a cama, eu a pressionava contra meu corpo.  Eu estava sem camisa, utilizando apenas uma calça de pano. Enquanto ela usava  um vestido de cetim verde, tão fino que podia ver o bico de seus seios.
Lentamente aproximava minha boca da sua, podendo sentir sua respiração ofegante. Fitava seu rosto do queixo até os olhos, beijando-a lentamente logo em seguida. Minhas mãos percorriam seus braços até chegar as suas costas pressionando seus seios contra meu peito, enquanto beijava seu pescoço macio. Ela sorria, apertando meus braços de maneira firme.
Lentamente descia minha mão por seu corpo, agarrando fortemente suas nádegas fazendo-a suspirar em meus ouvidos. Joguei meu corpo para o lado, puxando-a para cima de mim. De pernas abertas ela sentava sobre meu colo tocando meu peito vagarosamente escorria suas mãos até chegar em meu membro já rígido. Agarrou-o suavemente colocando-o para fora enquanto lentamente descia seu corpo até que seu rosto ficassem bem próximo do mesmo. Movimentando sua mão pra cima e pra baixo ela incitava meu corpo, quando finalmente o colocou dentro de sua boca.
Sabia muito bem oque fazer. Indo da cabeça até a base de meu membro, descia rapidamente enquanto a subida era lenta. Ela realmente sabia como me fazer relaxar.
Com meu membro ainda rígido e lubrificado por sua saliva, a jovem subiu sobre mim novamente colocando-o para dentro de sua vagina. O som de sua voz de menina gemer aos meus ouvidos fizera meus pelos arrepiarem. Vagarosamente a mesma começou a cavalgar sobre meu colo. Suas mãos repousavam sobre meu peito arranhando-o com suas unhas a cada penetração.
Durante o ato, seu corpo começara a suar e vagarosamente a mesma ia perdendo o fôlego. Fora quando agarrei sua bunda afastando sua nádegas fazia o movimento de penetração rapidamente. A excitação da jovem era eminente, ja não conseguia parar de gemer enquanto suas unhas agarravam firme meu peito. Estava próximo de meu êxtase quando a mesma deixou seu corpo cair sobre o meu. Ela estava exausta.
Agarrou novamente meu membro, ainda rígido. Tirando-o de dentro de si.

- Ainda não acabou, m'lorde! -   Disse ela colocando-o na boca mais uma vez. Sugando com pressão, a mesma tocava a base de meu membro com as mãos excitando-o para cima e para baixo. Fora quando ejaculei dentro de sua boca.
Estava exausto. A jovem deitou-se ao meu lado, acariciando minha barba. Gradativamente o sono ia consumindo meu corpo. Até que finalmente dormi.


Acordei pela manhã com o sol raiando sobre meus olhos. A jovem serva ja não estava mais em meu quarto e o café da manhã servido sobre a mesa no canto do salão que chamava de quarto. Levantei-me lentamente da cama esfregando os olhos. A claridade fazia meus olhos arderem pela manhã.
Andei até a mesa onde estava posto a comida, pegava uma maça sobre a mesa e a mordia. Fora quando a porta do quarto se abriu.

- M'lorde! Esta carta vinda de Porto Real acaba de chegar. - Disse Meister Levy, entregando uma carta em minhas mãos. Era assunto do rei.
Li o conteúdo da carta lentamente. Parecia que o rumo daquilo tudo havia mudado.

- Envie uma carta aos Osgrey, peça que compareçam ao Jardim de Cima o mais rápido possível. Precisarei dos seus serviços para manter a proteção da Campina. Partirei para Porto Real em seguida. - Disse à Meister que acenando com a cabeça seguiu para fora de meu quarto. O auge da guerra estava próximo.
Andei até a varanda de meu quarto por onde observa os campos de plantações e os camponeses a trabalhar.

- Mestre das Leis - Sussurrei para mim mesmo.[/b]

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Última edição por Thalion Tyrell em 15.07.16 4:08, editado 2 vez(es)
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Thalion Tyrell
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MensagemAssunto: Re: A Justiça sobre o estandarte da rosa.   15.07.16 3:46

Citação :
Conteúdo da Carta:

Devido a convocação de Lorde Thalion Tyrell para Porto Real, o mesmo requisita a presença do Lorde Osgrey no Castelo de Jardim de Cima, urgentemente, para que assuma interinamente o posto de Guardião da Campina durante a ausência de Lorde Tyrell.

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MensagemAssunto: Re: A Justiça sobre o estandarte da rosa.   15.07.16 13:07

Tyrell

O iniciar da manhã havia sido extremamente carregado de afazeres. No salão de guerra a arruaça de meus senhores causava-me dores de cabeça. A mensagem de Porto Real havia afetado a todos e manter em sigilo seria egoísmo.
- SENHORES! - Trovejei. Sentava na cabeceira da mesa ao centro de todos os outros senhores que se sentavam ao meu lado. Eram apenas soldados, mas homens de confiança de meu pai. Sentaram-se ao ouvir meu grito de ordem.
- Lorde, com esta guerra, deixar a Campina pode significar uma brecha para nossos inimigos. - Disse Sor Belmont, um dos mais velhos soldados de meu "conselho". Não era algo oficial, porém, gostava de ouvir a opinião de meu senhores. Assim mantinha-me a par dos pensamentos da plebe.
- Sor Belmont, estarei a par de todo acontecimento em Jardim de Cima. Deixarei os Osgrey sob comando de Jardim de Cima, interinamente e exigirei que seja enviada um relatório sobre a situação. - Respondi ao sor, me levantando de minha cadeira logo em seguida. Não havia tido tempo ao menos de me trocar. Estava exatamente do mesmo modo ao qual dormi. Apenas uma calça de pano.

Fui até a mesa onde estava uma garrafa de vinho 100 anos. Meu pai guardara aquele vinho por muito tempo, disse ele que estava guardando para um dia especial. Nunca teve a chance de toma-lo e talvez aquela pudesse ser minha ultima chance de o fazer. A guerra a partir dali não seria apenas no campo de batalha. Mas sob o teto de nossos próprios castelos.
Servi-me em uma taça tomando um gole daquele vinho. Ofereci-lhe aos senhores, mas nenhum deles mostrou interesse. Era manhã.

- Sor Belmont & Sor Leopold; vocês seguirão comigo para Porto Real. Avise suas esposas e arrume os mantimentos. - Disse olhando para ambos, esperava a aprovação dos mesmos. Afinal, não tinha intenção alguma de obriga-los.
- Sera uma honra, M'lorde. Se me der licença - Respondeu Sor Leopold levantando-se de sua cadeira, saindo do salão em seguida. Apenas acenei com a cabeça em sinal de aprovação.
Virava meu olhar para Sor Belmont que mostrava um sorriso de canto.

- Posso saber onde encontra a graça, sor? - Perguntei a Sor Belmont olhando-o curiosamente.
Sor se levantou e tocando meus ombros disse orgulhoso.

- Quem imaginaria que um garoto que mal sabia se comportar se tornaria um líder como o senhor, M'lorde. - Disse Sor Belmont, ele me parecia emocionado. Não contive o sorriso ao ouvir aquilo. - Será uma honra acompanha-lo, meu senhor - Completou o Sor, reverenciando e saindo do salão em seguida.
Bati a mão direita fechada sobre a grande mesa, esbravejando em seguida.

- Este conselho está encerrado. - Com um gole, tomava o resto do vinho que restara em minha taça. Em seguida, saia daquele salão.

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MensagemAssunto: Re: A Justiça sobre o estandarte da rosa.   16.07.16 19:34

Tyrell

Havia passado muito tempo  desde o envio do corvo à Pousoveloz e esperar já não podia ser uma opção de minha parte. Devia partir o mais rápido possível para Porto Real. Andava pelos corredores da campina observando o trabalho dos camponeses que ali se esforçavam.
Quando criança, diariamente fazia uma visita aos belos campos dali. Após me tornar lorde, o tempo passou a se encurtar de modo que eu nem me lembrasse mais daquela relaxante sensação. Os ventos batendo na face esfoliando cada poro da pele. Era de uma pureza inexplicável. Provavelmente esta fora a razão para Lady Elizabeth se mudar para o interior de Jardim de Cima. Nada se comparava àquela plenitude e calmaria. O ar puro incitava um respirar profundo e vagaroso. Usava uma calça de pano marrom e uma camisa verde de botões fechada, carregava comigo apenas minha espada, Dorn, em meu embainhada e amarrada ao meu cinturão de couro. Nos pulsos tinha uma pulseira de couro em cada um deles e usava um sapato fechado. Sob meus ombros um manto de cetim vermelho envolvia meu pescoço.
Afastado do grande castelo de Jardim de Cima, chegava a uma pequena plantação de Verduras onde se encontrava uma simples casa de madeira. Uma cerca de madeira envolvia à plantação e a casa. Próximo ao portão eu explanava batendo palmas.  

- Lady Elizabeth! - Esperava alguma resposta.
Ao fundo um rosto se prontificou pela janela da humilde casa. Era ela. Minha avó. Lady Elizabeth, mãe de meu pai. Uma mulher sabia que havia passado muitas coisas ao lado de meu avô durante seu tempo como Lorde Tyrell. Sabia que ela seria a pessoa da qual mais poderia confiar.
Após a morte de meus pais, a mesma se mudou para o interior da Campina temendo pela vida de seus familiares preferiu não se envolver mais com conflitos políticos, pois a muito tempo não conseguia se contentar com sua Casa se curvando frente a um trono de ferro. Deixou o castelo sendo chamada de velha louca e traidora, mas isso ja havia ficado para trás. Então sempre que podia ela ia me visitar em Jardim de Cima levando algumas verduras frescas para mim.  

- Oh, meu pequeno Thalion!  - Respondeu Lady Elizabeth caminhando rapidamente para fora de sua casa. Estava feliz de ver seu neto ali, ja que fazia muito tempo que não o recebia. Formalidades haviam sido abonadas naquele instante.
- Como está a senhora, minha avó? - Entrava pelo portão e perguntava enquanto abraçava-a alegremente. Estava feliz em vê-la ainda muito saudável e bonita como sempre.
- Estou ótimo, meu pequeno! E você? Oque lhe traz aqui - Dizia ela andando em direção à casa enquanto segurava minhas mãos. Adentramos a casa e ao fechar a porta me sentei na cadeira ao lado de uma mesa. Demonstrava mais seriedade entretanto.
- Queria que fosse apenas para visita-la... mas dessa vez não... - Disse à mesma. A tal sentou-se também e tocava minhas mãos que estavam sobre a mesa.
- Diga, m'lorde - Sua voz sempre agradável aos ouvidos acolhia-me como sempre.
- Fui convocado para participar do Pequeno Conselho de Valerion como Mestre das Leis e não recusarei esta oferta. Gostaria que a senhora mantivesse a ordem de Jardim de Cima enquanto estivesse fora. Não poderei me concentrar na guerra se não tiver alguém de minha confiança mantendo a paz pela Campina - Olhava para o fundo de seus olhos e a mesma parecia demonstrar um certo desapontamento.
- Sabe que faria qualquer coisa por você, meu pequeno Thalion. - Dizia ela enquanto admirava meu rosto, tocou-o com suas mãos macias e continuou enquanto acariciava minha bochecha. - Mas tem certeza que deve entrar nesta guerra pelo rei dragão? - Perguntou demonstrando preocupação. Sempre soube que minha avó odiava o trono de ferro e talvez por isso eu havia alimentado este mal sentimento sobre aquela supremacia ridicula.
Sorria enquanto tentava explica-la de maneira não muito detalhada.
- As vezes devemos nos unir com certos aliados para que não caíamos antes que possamos realmente levantar. -
A mesma olhou para meu rosto orgulhosa, beijando minha testa em seguida.
- E quando partira? -
- Pretendo partir dentro de dois dias. A senhora ainda tem um tempo para curtir sua calmaria. - Dei uma gargalhada meio envergonhada. Não queria envolve-la naquilo, porém não imaginava qualquer pessoa mais confiável que a mesma.
-Não se preocupe, meu garoto. Estarei em Jardim de Cima amanhã pela tarde. - Respondeu a mesma.
Sorri enquanto andava para a porta da casa abrindo-a.

- Tenho que partir, ainda tenho muitas coisas para resolver - Dizia não muito animado e Lady Elizabeth percebeu aquilo, gargalhando.
- Lembro-me quando você era apenas uma criança e adorava ficar por aqui o dia todo a correr pela Campina. - Sua expressão subitamente se tornou uma saudade e eu senti naquele mesmo momento.
- Daria tudo para aqueles dias voltarem. - Dizia imaginando as cenas em minha cabeça.
Lady Elizabeth se levantou e foi até mim tocando minha testa com seu polegar.

- Que os deuses estejam com você, meu filho. -
Reverenciava a mesma e em seguida lhe dava um abraço apertado. Saindo da pequena casa logo em seguida. Parava frente à porta e observava o grande campo.
- Defender esta casa é minha missão - Sussurrava apenas para que eu mesmo pudesse ouvir. Em seguida seguia de volta para o Castelo de Jardim de Cima, logo nos portões encontrava cerca de 10 soldados. Sor Leopold e Sor Belmont não estavam presentes.
- Peça que Sor Leopold e Sor Belmont convoquem cada um deles 100 homens de sua confiança. Avise-os que partiremos para Porto Real dentro de dois dias, mas não deixe que essa notícia se espalhe. - Ordenava a um dos homens. Falava aquilo o mais baixo possível, enquanto adentrava à fortaleza do Jardim.

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