[Trama Secundária I] Mudanças

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[Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por Lyman Lannister em 03.10.17 18:34


Lanna parte I

Era mais uma de muitas manhãs ensolaradas no Rochedo, Lanna estava do lado de fora da sacada de seu quarto, vestia um vestido vermelho e dourado, seu cabelo estava preso por uma rede de ouro e rubis, ela estava com seu olhar voltado ao Mar do Poente Lionel, quando voltará para mim, acabe logo com meu sofrimento meu amor

Septã Johanna entra -M'Lady, desculpe perturbar, mas, uma comitiva se aproxima do Rochedo Lanna abre um sorriso enorme -Lionel.

A jovem Lady agarra sua saia e sai em disparada de seu quarto, corre o mais rápido que pode para chegar aos portões, chegando lá a comitiva já estava passando Vamos lá Lionel, onde você está meu amor? Lanna procura o marido com os olhos e com a cabeça

É quando o que a Lady mais temia acontece, Lanna vê seu tio, Sor Melion, carregando o corpo sem vida de Lionel com a ajuda de outro soldado, ela volta seu olhar para o Tio, que está com tanta vrgonha que não consegue tirar os olhos do chão

O sorriso que antes tomava seu rosto lentamente desaparece, seus olhos se enchem de lágrimas, ela levanta a cabeça, pisca rapidamente, vira-se e anda até seu quarto, desolada, com o olhar vazio e o rosto sem expressão

Ao chegar em seu quarto, Lanna fecha a porta, as lágrimas que segurava agora escorrem por seu rosto, ela está em prantos Deuses, por que, por que me tomaram meu marido, parece que meu pai estava certo afinal, "os Deuses não tem piedade, é por isso que são Deuses"

Lanna chora muito, põe a mão no peito, se apoia na porta e curva-se Dói de mais, Lionel, eu nunca achei que fosse me machucar deste jeito

A jovem Lady volta seu olhar para as taças e jarra de vinho que estavam numa bandeja sobre a mesa que está no quarto, corre até eles Lionel, este era o seu vinho favorito, eu havia preparado especialmente para você meu amor

Ela anda até a mesa, pega uma taça, fixa seu olhar nela Esta seria usada por você Lanna aperta a taça e a joga contra a parede

A jovem Lady lança a outra taça contra a parede Lionel não vai beber mesmo, então acho que isto não precisa mais ficar aqui Ela pega a jarra, que estava cheia até a metade com vinho e começa a despejar no chão em prantos, bebe um pouco e atira a jarra contra o chão

Dois guardas entram no quarto -Senhora, está tudo bem? Lanna os encara em prantos, respira fundo -Está sim, obrigada, agora saiam por favor, preciso passar um tempo sozinha Eles olham os cacos de vidro e o vinho derramado no chão -Minha Senhora, tem certeza, não quer... Lanna bate com as mãos na mesa -Eu quero que saiam daqui! Ela grita e ambos saem rapidamente

Lanna volta seu olhar para a mesa, chorando muito, avista a faca que usa para cotar frutas, a pega com a mão esquerda e a observa E se eu acabasse com esta dor, mas, quem cuidaria de Lionelle e Lynos Ela volta seu olhar para o travesseiro que costumava ser de Lionel, seca seu rosto com as costas da mão direita e corre em direção a cama

A jovem Lady ataca o travesseiro, que pertencia a seu marido, com facadas, após conseguir perfurar o suficiente, Lanna rasga o travesseiro espalhando suas penas

Lanna volta seu olhar para a parede Lionel nunca gostou destas tapeçarias Lanna anda até a parede e passa levemente a faca, sem cortar nada Hora de mudar a aparência dese quarto Lanna começa a cortar as tapeçarias que estavam penduradas na parede

Septã Johanna entra no quarto e se assusta com a cena -Senhora, por favor, solte esta faca A Septã se aproxima lentamente de Lanna, que olha ao redor -O que estou fazendo? Ela joga a faca no chão, Septã Johanna a abraça -Ele se foi, nunca mais vou vê-lo. Lanna abraça forte Septã Johanna

-Tudo vai ficar bem M'Lady, mas a Senhora deve descansar, eu juntamente com o Septão Mellibar e as Imãs Silenciosas cuidaremos do funeral de Lorde Lionel Septã Johanna leva Lanna para a cama e sai logo em seguida, algum tempo depois, Jeyne e Alys entram no quarto com Lionelle e Lynos, entregam eles a Lanna, ela volta seu olhar para os deles -Tudo vai ficar bem, a mamãe está aqui.

Algumas horas se passaram, Lanna já havia se banhado e estava terminando de se arrumar, com a ajuda de Jeyne e Alys, Ela usava um vestido preto, estilo quimono, justo até a cintura, com um cinto de ouro, com mangas compridas e justas, ornamentado com ouro, decorado com uma cabeça de leão feita com ouro em cada ombro e alguns desenhos feitos com ouro, Jeyne colocava um anel de ouro com rubis no dedo médio esquerdo de Lanna, enquanto Alys terminava o coque trançado no cabelo de Lanna, enquanto isso Lanna põe um par de brincos de ouro com rubis

Septa Johanna entra no quarto, indicando que já estava tudo preparado, Lanna volta seu olhar para a septã, respira fundo e anda em direção ao Septo, no caminho, os serviçais e soldados que encontrava pelo caminho, curvavam-se em respeito, Lanna estava de cabeça erguida, segurando suas lágrimas Seja forte garota, não pode ser vista chorando, isto só demonstraria fraqueza

Chegando a porta do Septo Lanna volta seu olhar para Septão Mellibar -Não permita que ninguém que não possua grau de parentesco próximo entre O Septão consente com a cabeça, Lanna entra e a porta é fechada

Lanna caminha até o corpo de Lionel, que está vestindo uma roupa vermelha e dourada, assim como seu pai e o pai de seu pai, Lanna põe sua mão direita sobre as mãos cruzadas de Lionel, a Lady começa a chorar -Lionel, meu amor, por que se ofereceu, sabia muito bem que iria perder, você e essa sua honra. Lanna acaricia o rosto de Lionel com a mão esqerda

Um soldado entra no Septo -M'Lady, desculpe interromper, mas tenho péssimas notícias. Lanna não tira os olhos de Lionel -Que noticias? O soldado respira fundo -Piratas, estão atacando Lannisporto senhora, cerca de quinhentos.

Lanna respira fundo -O Capitão do Exército Lannister é William, vá falar com ele, ele saberá o que fazer, passarei um tempo com meu marido, após isso verei o que farei com aqueles ratos O Soldado sai e vai atrás de William















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[Trama Secundária I] A Batalha de Lannisporto.

Mensagem por William Lannister em 04.10.17 15:21

Parte I




Lionel Lannister tinha retornado ao Rochedo, porém não vivo. William foi avisado da chegada de seu corpo assim que acordou, queria ir ver seu corpo, mas não conseguia suportar a ideia de que teria que ver seu irmão uma última vez. O Lorde das Terras Ocidentais foi morto em um julgamento por combate contra o Lorde Baratheon. Uma morte honrada, digna de canções.

Lanna havia ido para o septo preparar o funeral do marido. William decidiu ir pra lá, no caminho foi informado que alguns navios piratas foram vistos no horizonte. Logo voltou para o Rochedo, colocou sua armadura e mandou o Muralha, Capitão da Guarda da Cidade, preparar os soldados para uma possível batalha. O Lannister ordenou que Rowland fosse para a zona Sul de Lannisporto, enquanto William ficaria na Noroeste, junto com Muralha.

Doze. Este era o número de navios piratas que chegavam à Lannisporto. Todos estes vinham ao encontro da costa oeste da cidade, deslizando pelas águas. Galés vermelhas com preto, pequenos Dracares com os cascos azuis e Galeras de cor verde. Três tipos de embarcações. Doze navios inimigos para destruir. Os piratas não demostravam ter um símbolo, as velas dos navios tinham apenas a cor preta estampada. No início se achava que eram apenas barcos comerciantes, trazendo mercadorias para a cidade, porém quando as primeiras linhas de fumaça surgiram, dançando no horizonte e os barcos Lannister afundaram no oceano, os vigias se deram conta que aquilo se tratava de piratas. Homens sujos que viviam no mar e saqueavam cidades inteiras. Não era a primeira vez que Lannisporto sofrera um ataque. Todos os outros malsucedidos e repelidos pela fúria dos homens do Ocidente. Não será desta vez que conseguirão saquear a minha cidade.

Das muralhas de Lannisporto dava para ouvir os tambores tocando nos barcos, um som profundo, que mais parecia um monstro gemendo nas águas do Mar do Poente. Um som que significava morte. A cidade não deixou de cantar sua música, os sinos das torres começaram a repicar, com uma sincronia triste e vagarosa. A morte de Lionel tinha deixado a cidade em um grande luto, ele era muito amado. Os soldados corriam nas ruas em direção às muralhas e aos portões, os besteiros e arqueiros iam para lá também, preparados para matar qualquer um que tentasse passar por aqueles portões, seja humano ou animal. As armaduras vermelhas carmesim com detalhes dourados refletiam a luz do Sol, que brilhava no céu. O olhar amedrontado no rosto dos guardas era visível e preocupava o Lannister. Muitos ainda nunca enfrentaram uma batalha corpo a corpo. É muito provável que fujam se os portões da cidade caírem. De algum modo estes piratas souberem que nós passamos por um momento difícil e decidiram nos atacar.

Os navios chegavam cada vez mais perto da costa. os conveses estavam cheios de piratas. Com roupas de couro e revestidos com restos de panos. A maioria deles tinham barbas grandes e carregavam machados nas mãos. Gritavam e brincavam como se a batalha que estava por vir fosse uma diversão. Hoje não, pensou William. Hoje vocês voltarão para o fundo da porra deste mar.

William andava a passos largos por Lannisporto, escoltado por cerca de dez soldados. Ia ao encontro do Capitão da Guarda da Cidade, O Muralha.

O caos havia tomado conta de tudo a sua volta. Milhares de pessoas saiam de perto das muralhas oeste. Levavam cestas, caixas, trouxas de roupas, tudo que conseguiam carregar entre seus braços. As mulheres carregavam seus filhos no colo, as crianças choravam sem entender o que estava acontecendo. Alguns homens tentavam levar suas carroças no meio da multidão, sem sucesso, abandonavam elas e pegavam apenas os animais. O septo de Lannisporto estava claro, os camponeses se aglomeravam em volta da estrutura, cantavam em coro pedindo proteção aos Sete  e lamentando a morte de Lionel. A praça em frente ao septo estava toda iluminada pela luz das velas. Muitos choravam pela morte de seu irmão. William queria entrar lá e passar um tempo com Lanna, mas a situação o impedia de fazer isto.

O Lannister encontrou O Muralha no quartel. Longe do septo.

- Lorde William! - disse ele, preocupado. - Queria informar ao senhor nossos planos para repelir o ataque.

- Prossiga - O Lannister fez um gesto com a mão.

- Nossos arqueiros já foram posicionados nas muralhas - foi até uma mesa próxima e pegou um mapa da cidade. - Aqui ficará a maior concentração dos nossos homens - apontou para o portão em frente ao porto no mapa. - Mas mudaremos suas posições regularmente. As catapultas guardadas dentro do Rochedo já estão sendo movimentadas para o portão Noroeste.

William analisava o mapa com uma mão no queixo.

- E o Rochedo? Como está a proteção do Castelo?

- Bem protegido, Meu Lorde.

- E onde está nossos navios? Como que conseguiram nos pegar tão desprevenidos?

- Meu Lorde... Achamos que eram navios de comércio. Em relação aos nossos navios, estão atracados, porém coloca-los agora no mar não adiantará em nada. Os piratas já devem estar perto da praia.

- Quando esta batalha acabar certifique-se que a proteção de Lannispor...- Parou de falar e escutou - Está ouvindo? Está tudo muito quieto. Venha aqui.

Aquela parte da cidade era um verdadeiro deserto, o chão sujo e as casas vazias davam um ar assombroso para Lannisporto. Os sons das pessoas cantando pairava ao fundo, mas os sinos pararam de repicar. William e o Capitão correram até as muralhas, lá a agitação era tremenda. Os piratas haviam atracado na costa. Partiram aos gritos rumo ao portão com seus machados nas mãos. Um grupo de piratas ergueu um aríete de um bote e avançaram lentamente em direção ao portão. Na frente do aríete se formou uma coluna de escudos para protege-lo.

- Quantos são? - Perguntou ao Muralha.

- Talvez uns 200, meu Lorde, - Analisou os piratas por alguns segundos – Mas deve haver mais. Eu diria que uns 350.

Os piratas se aproximavam cada vez mais das muralhas.

- Arqueiros!  - Gritou William. Os arqueiros pegaram as flechas das aljavas e miraram – Atirar!

Uma chuva de flechas cruzou o céu rumo aos bárbaros. Algumas atingiram suas gargantas, braços, pernas e barriga. Uns caíram no chão, mortos ou guinchando de dor, porém muitos ainda avançavam e o aríete também.

O portão se abriu e cerca de 100 soldados Lannister fizeram uma barreira na muralha, o portão se fechou logo depois. Não se moviam, esperavam apenas o encontro com os piratas. Foi quando houve o primeiro choque. Centenas de homens se jogaram uns em cima dos outros, como animais. As espadas e os machados se chocavam uns nas outros. Os gritos de dor tomaram conta da praia. Membros eram decepados, gargantas eram cortadas, crânios esmagados e as flechas continuavam a cair em cima dos piratas, que tentavam se defender com os escudos. Pedras do tamanho de cavalos, lançadas pelas catapultas, voaram pelo céu e acertaram a terra, levantando poeira e esmagando homens. O sangue jorrava no chão e deixava a areia vermelha. "Um verdadeiro massacre, uma batalha". Outro grupo de piratas se chocou com os soldados, desta vez uma multidão com espadas e machados melhores. Um bárbaro decapitou um soldado Lannister e exibiu para os outros piratas, logo depois foi morto por uma flecha que perfurou seu olho esquerdo. Outro mordia a orelha de um guarda, que tentava se soltar aos gritos de socorro. Os dois morreram esmagados por uma grande pedra, o sangue jorrou longe.

William observava, inquieto. Desceu das muralhas e reuniu mais de duzentos soldados.

- Meu Lorde, você não pode ir lá lutar. - Questionou Muralha.

- Os homens irão lutar mais com a presença de um Lorde. Lionel se foi, mais eu estou aqui.

O portão atrás deles começou a balançar e lascas de madeira voaram. Era o aríete.

- Soldados! - Chamou-os – Lannisporto está sendo atacada. Esta cidade não é só dos Lannister, mas também de vocês. Serão suas mulheres que vão ser estupradas e suas filhas raptadas. Não deixem que estes merdas entrem por este portão. Vamos mata-los e joga-los no mar, para que a porra dos peixes que eles tanto gostam possam se alimentar dos corpos deles. Lutem por suas famílias. Lutem por Lionel. Lutem pelas Terras Ocidentais!

Os soldados gritaram e levantaram suas espadas. Neste momento o portão se partiu e uma multidão de piratas apareceu. Trombetas ressoaram e William correu em direção a eles. Centenas de soldados vinham atrás. A tropa vermelha e dourada atacou com força. Desta vez, a fúria dos soldados fez jus ao lema da Casa Lannister, Ouça-me Rugir. Uma investida letal para os piratas que, já fragilizados pela batalha fora das muralhas, não tinham tanta força assim.

Um homem tentou atingir a cabeça de William com um machado, mas se esquivou para a direita, rodopiou e acertou sua espada na costela do pirata, que caiu de joelhos no chão com sangue saindo de sua boca. Outro agarrou uma espada de um soldado Lannister no chão e avançou sobre o Jovem Leão, quando chegou mais perto, surge Muralha e lhe dá um golpe no ombro, a espada do Capitão fica presa do emaranhado de pele e osso, o pirata cai na areia, já sem vida. Mais pedras eram arremessadas, desta vez alguns barris em chamas também eram lançados. O fogo agora participa da batalha, deixando o clima mais tenso. Uma verdadeira visão dos sete infernos. A luta prosseguia, os Lannister agora massacravam os piratas que pareciam já temer e querer fugir. O Muralha matava os piratas como se estivesse esmagando baratas, grande e forte, cortava alguns homens no meio com sua espada de duas mãos. Outra chuva de flechas caiu sobre os homens, William se abaixou e se protegeu com um escudo que achou no chão. Aquilo pareceu ser o derradeiro momento da batalha. Os piratas recuaram e voltaram para a praia, largando suas armas no chão. Porém quando chegaram perto da costa viram que estavam cercadas por outro grupo de soldados. Os que sobreviveram se ajoelharam e pediram piedade.

A batalha havia chegado ao fim. Os prisioneiros eram algemados e amordaçados e os soldados já comemoravam a vitória. William pegava um pano e limpava o sangue da espada. Sua armadura também estava cheia de sangue. Um soldado se aproximou ofegante.

-Lorde William... – Disse ele - Há outro grupo de piratas mais ao sul. Já conseguiram entrar na cidade e colocaram fogo em algumas casas.

William subiu a muralha e viu alguns fios de fumaça ao fundo.

Droga – suspirou. O septo fica para aquele lado.



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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por Lyman Lannister em 07.10.17 0:21

Lyman Parte I


Lyman andava pela cidade para chegar no Rochedo, quando percebeu uma grande aglomeração ao redor do Septo de Lannisporto Que estranho, a última vez que o Septo esteve tão movimentado foi quando houve o casamento de Lionel e Lanna Lyman já estava na Cidadela quando Lorde Tybek Lannister, seu pai, foi velado

O jovem Leão anda sorrateiramente até o Septo, é quando vê Lanna vestida de preto, com a cabeça erguida visivelmente abalada por algo Lanna, você realmente está mais linda agora do que quando parti, Lionel não brincava quando me escrevia isto, mas o que houve para estar enlutada?

Lyman se aproxima ainda mais, está agora na primeira fileira de plebeus, vê Lanna falando algo para o Septão e entrar, assim que entra vinte guardas se puseram entre a porta e o povo Alguém muito importante deve estar lá dentro, será o pai de Lanna, não, ele estaria sendo velado no Dente Dourado, onde está Lionel, será que já está lá dentro?

Lyman então vai até uma passagem secreta que tinha descoberto ainda criança, sempre odiou as manhãs que era obrigado a passar no Septo, então procurou incansavelmente uma brecha para poder fugir, depois de achar, sempre usou Deixe-me ver se ainda me recordo

Ele procura até achar a saída ou entrada do Septo, dependendo do ponto de vista, passou pelo túnel que estava estreito Merda, eu sempre achei estes corredores grandes, devo ter crescido de mais

A passagem dava nos aposentos do Septão, Lyman olha ao seu redor É, pelo menos é um homem arrumado Ele vai sorrateiramente até o altar e se posiciona atrás dele, de modo que possa ver Lanna, o corpo que está deitado no centro do Septo e um soldado que já estava de saída

Quem será? Lyman força sua visão, quando descobre que o corpo é de Lionel não consegue acreditar, tapa sua boca e se agacha atrás do Altar Não pode ser, Lionel, como?

O jovem Leão está em choque, quando ouve o Septão e seis guardas entrarem no Septo, as portas são trancadas, Lyman se posiciona de forma que consegue escutar a conversa -M'Lady, a cidade está um caos, os piratas conseguiram invadir Lannisporto pelo lado sul.

Lyman se surpreende O que, piratas invadindo Lannisporto, eles devem ter muita coragem, ou devem ser muito burros Ele continua ouvindo a conversa -Não sarei do lado de meu marido, eu tenho certeza de que William já está com eles na palma da mão, assim que isto acabar, eu mostrarei a eles o que acontece quando se tenta saquear Lannisporto Lanna está com a voz intransigente, gritos podem ser ouvidos do lado de fora do Septo

Os gritos cessam, Lyman tenta ouvir mais, é nesta hora que ouvem-se batidas violentas nas portas -Senhora, precisamos sair daqui, se eles entrarem, nós não conseguiremos segurá-los por muito tempo Um dos soldados afirma com medo na voz -Certo, mas como saímos, ó corajoso soldado? Lanna estava estranhamente sarcástica, muito diferente da última vez que Lyman havia a visto

-Na verdade, eu conheço um caminho, Lady Lanna Lyman levanta-se, sai de trás do Altar, revelando sua presença -Lyman, como entrou aqui, o que está fazendo aqui, você deveria estar na Cidadela Lanna está visivelmente espantada

Lyman sorri -Cansei de limpar a merda dos outros, e também, eles não nos deixam ter prazer, apesar de que tem uns Meistres que possuem uma boca mais macia e mais habilidosa do que muitas prostitutas, se é que me entende Lyman apalpa seu pênis por cima da roupa, Lanna revira os olhos e dá um abraço em Lyman, mais batidas são ouvidas, desta vez mais fortes

Lyman retira sua capa e a põe em Lanna, levanta o capuz de modo que cubra sua cabeça -Pronto, assim está melhor, você chama muita atenção com todo este ouro na sua roupa, é por isso que gosto tanto de você Lanna Lyman segura a mão de Lanna, a Lady olha para o corpo de Lionel -Me desculpe meu amor.

-Venham, por aqui Lyman corre em direção a passagem secreta pela qual entrou no septo, passam pelo túnel escondido, quando estão do lado de fora, podem ver que a cidade está um caos, casas pegam fogo e corpos estão espalhados pelo chão, eles voltam seus olhares para o Septo que já está pegando fogo -Que tipo de animal faria isso? Septão Mellibar está desolado -O tipo de animal que fode qualquer buraco que encontra, e eu não pretendo ser o dono do próximo buraco Lyman afirma

Todos correm em direção ao Rochedo, no caminho, são surpreendidos por um grupo de quatro piratas -Leve Lady Lanna de volta para o Rochedo, nós cuidaremos destes ratos do mar Os soldados começam a balançar suas espadas lutando ferozmente contra os piratas, Lyman, Lanna e Septão Mellibar voltam a correr em direção ao Rochedo

Ao chegar nos protões do Rochedo, a maioria do exército Lannister já estava a espera da Lady,
Lyman, Lanna e Septão Mellibar entram no Rochedo
-Não deixem que estes merdas entrem no Rochedo A jovem Lady fala a um dos guardas -Onde está William? Ela pergunta -Ele ainda não voltou Senhora O soldado responde -Merda William, por que?







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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por Lyman Lannister em 07.10.17 11:59

Lanna Parte II


Após ser salva por Lyman, Lanna estava no lado de fora da sacada de seu quarto observando o caos em Lannisporto, Jeyne e Alys estavam do lado de dentro carregando Lionelle e Lynos, respectivamente, estavam acompanhadas de dez guardas espalhados estrategicamente pelo quarto, Lyman, que também está no quarto, vai até a sacada junto de Lanna Eu apenas gostaria de saber quem foi o incompetente que permitiu que estes malditos piratas entrassem assim em Lannisporo

Do lado de fora do quarto estavam posicionados quarenta soldados ao longo do corredor que levava aos aposentos do Lorde -E agora, nada além de cinzas restam de Lionel Lanna estava com os olhos fixos na direção do Septo, Lyman põe sua mão esquerda no ombro direito de Lanna -Eu acho que assim é até melhor, seria horrível ser obrigado a ver o corpo de meu irmão apodrecer até não sobrar nada além de ossos, nunca fui um homem de fé, mas admito que rezei muito para poder ver meu irmão novamente Lyman volta seu olhar na direção do Septo de Lannisporto, que está quase todo consumido por chamas

-Que ironia Algumas lágrimas escorrem pelo rosto de Lanna, mas ela solta um sorriso -Meu pai sempre esteve certo Lyman volta seu olhar para Lanna -Sobre o que? Lyman está visivelmente confuso, Lanna volta seu olhar para suas mãos que estão posicionadas uma sobre a outra em cima da mureta de proteção da Sacada

-Quando eu era pequena eu passava muito tempo sozinha, minha mãe havia sido morta por alguns piratas há alguns anos, meu pai passava bastante tempo sendo um Lorde, era bem solitário Lanna balança sua cabeça positivamente e volta seu olhar para o céu, com lágrimas no olhar -Então eu adotei um filhote de cachorro, e o deixei em meu quarto, um dia quando eu voltei de uma das minhas aulas matinais de costura, ele estava deitado ao pé da minha cama, parecia muito doente Lanna está chorando com um sorriso no rosto

-Ele já estava morto, mas eu não sabia, eu havia esquecido de alimentá-lo por alguns dias Lanna não consegue olhar para Lyman -Então eu o levei até o Septo de Dente Dourado e rezei com todo o meu coração por algumas horas, vi que nada acontecia, então levei o pobre filhotinho para a sala de meu pai, pois achei que se ele rezasse junto o filhotinho ficaria melhor Lanna solta uma risada

-Quando eu entrei na Sala do Lorde, e meu pai viu o filhote em meus braços, ele gritou "Sua assassina, você é uma menina muito má", então ele tomou o corpo do filhote de meus braços e o atirou pela janela Lanna fecha seus olhos, os abre e volta a olhar para o céu -Meu pai nunca superou a morte de minha mãe então trabalhava muito para se distrair, ele estava exausto, então não podia perceber o quão cruel estava sendo.

Lyman está com lágrimas nos olhos, Lanna continua -Eu lembro de estar chorando muito, dizendo "Os Deuses não ouviram minhas preces", meu pai estava se servindo de vinho, a cura Lefford para tudo, lembro que ele deu uma risada e disse "Os Deuses sempre ouvem nossas preces Lanna, só que raramente é a resposta que estamos esperando" Lanna volta seu olhar para Lyman, seca as lágrimas, sorri e volta para dentro do quarto

A jovem Lady abre a porta dos aposentos -Alguma notícia de William? Os guardas trocam olhares -Ainda não, M'Lady Lanna abaixa a cabeça -Mantenham-me informada Lanna volta para dentro, fecha e tranca a porta William, será que já morreu, quando voltará?








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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por William Lannister em 07.10.17 21:37

William Parte II






O Lannister estava furioso. Não conseguia entender como que um grupo tão grande de piratas tinha conseguido entrar na cidade.

- Eu me certifiquei que essas muralhas estavam seguras a pelo menos duas semanas. Como que deixamos que estes imundos entrassem aqui? Como que não viram eles?

- Desculpa senhor, eles devem ter se esgueirado no momento de toda a confusão - O Muralha parecia estar envergonhado.

- A culpa não é sua. - William suspirou - A culpa é minha. Eu que deveria ter mandado os soldados para a costa sul. Foquei tanto nesta região que me esqueci das outras.

A expressão de vitória no rosto dos soldados Lannister havia morrido novamente, estavam exaustos da batalha anterior e agora teriam que lutar novamente, sem saber se iriam regressar e ver suas famílias novamente.

Quando chegaram a praça central em frente ao septo, uma multidão de pessoas corriam na direção contrária. Milhares de pessoas, homens, mulheres, crianças e idosos. As velas que anteriormente carregavam nas mãos para oração, agora se encontravam no chão de paralelepípedos. O fogo que já consumia alguns casebres se intensificou com a ajuda das chamas das velas. As ruas eram pintadas com o vermelho do sangue. Mulheres jovens eram arrastadas pelos cabelos para serem abusadas, outras apanhavam com os cabos dos machados. Comerciantes ricos sofriam ataques e pequenas torturas para entregar suas moedas e mercadorias. Enquanto alguns saqueadores apenas causavam o terror e medo nas pessoas, os outros lutavam contra os soldados para ganhar tempo. O caos na cidade fez com que ladrões se aproveitassem da situação, roubando casas, tenda e joias dos braços das senhoras.

Rowland lutava ao lado de uma pequena tropa de soldados. No meio do pandemônio e do fogo. O septo permanecia trancado, mas as chamas já chamuscavam suas paredes de pedra, e a qualquer momento a estrutura iria desmoronar. Pelos Deuses. Lanna está lá dentro.

O Lannister disparou em direção ao septo. Nenhum guarda estava na porta.

- Vocês aí, - chamou alguns soldados - Me ajudem aqui, temos que abrir esta porta, Lady Lanna está lá dentro. Vamos, logo!

- Senhor, Lady Lanna já foi levada ao Rochedo a alguns minutos. Não há mais ninguém aí.

- E Lyman?

- Também retornou para o Castelo.

- Ótimo, mas me ajudem da mesma forma. Quero ter certeza.

Após alguns chutes a porta foi arrombada. Dentro do septo o fogo já consumia as cortinas e bancos de madeira, o teto ardia em brasa, algumas colunas caíam. No centro, o corpo de Lionel jazia. O que fizeram com você irmão?

- Senhor, devemos que sair daqui - um soldado Lannister o puxou para fora - Tudo vai desmoronar.

- Temos que tirar o corpo do meu irmão daqui!

- Não há tempo. Desculpe Meu Lorde, mas temos que deixá-lo.

Dois soldados puxaram o Lannister, que relutava para se soltar e ir tirar o corpo de Lionel do septo. Nada podia ser feito. Logo após saírem o teto veio ao chão, levantando as chamas.

Lionel partiu. E levou com ele toda a força do Rochedo. Os homens estavam lutando com medo. Medo de simples piratas. Como um exército como o nosso ficou tão fragilizado? Lionel partiu pra Porto Real e levou muitos soldados, voltaram despreparados e até os cavalos...Os cavalos!

- Muralha! Onde está O Muralha?

- Eu estou aqui Lorde Lannister - O Capitão surgiu do nada. Provavelmente estava no meu lado o tempo todo e nem percebi.

- Vá até os estábulos com cento e cinquenta homens, selem os cavalos e venham para a batalha. Rápido. Eu vou tentar segurá-los por alguns minutos.

- Assim será feito, Meu Senhor.

William foi até Rowland no outro lado da praça. Os piratas ainda eram centenas. E os guardas da cidades poucos.

- Onde estão os reforços? - perguntou Rolwand.

- Chegarão daqui a alguns minutos. Mandei chamar a cavalaria. Enquanto não chegam, teremos que segurá-los.

Um pequeno grupo de quinze piratas cercaram o Jovem Leão e seu amigo. Rodearam eles, com uma distância de quatro metros, formando um círculo, com os dois no meio. Com os seus machados na mão e o corpo cheio de sangue, com cortes na pele, não tinham nenhum escudo ou nenhuma armadura que os protegessem, pareciam demônios enviados pelo Estranho. Homens que viviam dos saques, matavam pelos saques e morriam pelos saques. William e Rowland ficaram de costas um para o outro, com as espadas na mão esperando o ataque. Enfim, avançou o primeiro pirata em direção ao amigo do Lannister. Rowland atingiu o homem no abdômen, abrindo um buraco, suas tripas caíram no chão, ele guinchou e caiu, já sem vida. Do outro lado avançou outro, em direção a William, o machado e a espada se chocaram, e voltaram a se chocar mais duas vezes. O homem bárbaro queria acertar a cabeça do Lannister de todas as formas, mas não tinha nenhum preparo, conseguiu desferir um corte no dorso, nada além disto. Até que o saqueador levou um golpe fatal no pescoço. Tentou estancar o sangue com as mãos, sem sucesso, caiu se contorcendo. Mais piratas avançaram e um "dança" começou no meio do caos. De costas um para o outro, Lannister e Osgrey lutavam, suas espadas giravam e rodopiavam, cortando pele, carne e osso. Uma poça de sangue se formava e cada homem que morria mergulhava nela.

Os corpos caídos tinham formado uma pilha, sete morreram, e outros apareciam. William e Rowland não aguentariam muito tempo.

Uma trombeta rugiu no fundo, e mais outra depois. Cento e cinquenta cavaleiros vinham montados em seus cavalos, descendo uma rua ao lado da praça. O estandarte voavam no céu, o Leão dourado dos Lannister, ia de um lado para o outro, como se estivesse correndo junto aos cavalos para o ataque. Foram ao encontro dos piratas, os cavaleiros gritavam "Lannister", ou "Rochedo". e os animais relinchavam num coro. A colisão foi rápida, passaram por cima dos saqueadores, os que não morriam no impacto eram mortos pelas lanças. Uma cena que William nunca esqueceria.

Após o término da batalha, os focos de incêndio aos poucos foram apagados, os soldados e a própria população carregavam baldes e barris cheios de água até os casebres chamuscados. Os feridos eram tratados. Alguns pequenos nobres machucados foram levados ao Rochedo para receber um tratamento melhor. já os piratas mortos, como prometido por William, seriam levados até algum lugar distante para depois serem jogados no oceano. Os prisioneiros levados para as levados para as celas, logo depois seriam julgá-los por Lanna. Os navios dos saqueadores ficaram em bons estados. Iriam ser adquiridos pela frota Lannister.

William Lannister voltou ao Rochedo. Um clima festivo e triste o recepcionava. Uma batalha foi vencida, porém homens perderam suas vidas, uma parte da cidade tinha queimado e... Lionel... Agora Lanna iria julgar os prisioneiros.

O Jovem Leão foi até os aposentos dos de Lanna. Lyman também estava lá.

- Ganhamos a batalha, Minha Lady. - Falou William - Lannisporto está salva!





HP: 480/500
ST: 450/450


Última edição por William Lannister em 07.10.17 21:49, editado 1 vez(es) (Razão : Esqueci de colocar Hp e ST.)
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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por Lyman Lannister em 08.10.17 11:05

Lyman parte II

Lyman continuava com seu olhar fixo no Septo, quando o vê-lo cair leva sua mão a boca Merda, Lionel, você deveria ter sido enterrado no Salão dos Heróis Ele cerra o punho soca a mureta de proteção da sacada

Lyman abaixa a cabeça e entra no quarto, Lanna está acariciando Lionelle e Lynos, simultaneamente, ele senta-se em uma das cadeiras que se encontram junto a mesa, põe as mãos sobre a mesa

-O que fará com eles, Lady Lanna? Lyman volta seu olhar para a cunhada -Eu os julgarei, eles podem se curvar a mim, e a casa Lannister, e manter suas vidas, ou podem ser mortos da maneira mais cruel que se possa imaginar. Lanna afirma seriamente

Lyman sorri -Ótimo, a casa Lannister está em ótimas mãos Ele serve-se de um pouco de vinho

Lyman se aproxima de Lionelle e Lynos -Eles lembram ele não é? Lanna sorri -São a memória viva dele, e a única razão de ainda não ter me atirado pela sacada O quarto do Lorde ficava bem no topo do Rochedo, sendo o aposento com maior distancia do Mar do Poente

Lyman respira fundo e percorre o quarto com os olhos -Onde está William, ele que não ouse morrer agora Desde que descobriu que Lionel havia morrido, Lyman percebeu que continuava amando seu irmão, e que seu orgulho ferido não poderia mais continuar entre os dois

Lyman quase não se aguenta de ansiedade -Eu vou atrás dele Ele põe a taça sobre a mesa e Lanna volta seu olhar para ele -Como assim, presumo que não tenha aprendido a lutar na Cidadela, julgando pelo seu porte físico, que com certeza não é o de um guerreiro, no momento em que colocar os pés em Lannisporto será aberto como uma galinha por aqueles bárbaros, se a guarda da cidade quase não foi capaz de pará-los.

O jovem Leão para de andar no mesmo momento Ela tem razão, eu sei curar pessoas, criar venenos e antídotos e algo sobre magia, mas lutar, isto eu não sei Lyman coça seus cabelos procurando ideias -O que faremos então, estou cansado de esperar, presumo que a senhora também está, não temos notícias de William, muito menos da cidade desde que voltamos.

É neste momento que William entra no quarto com a maravilhosa notícia de que conseguira domar os ratos marinhos, Lyman sorri e após William se pronunciar, o Leão mais novo corre na direção de seu irmão e o abraça como nunca havia abraçado antes, quando percebe que ficou estranho, solta o irmão e limita-se a falar -É uma ótima notícia, continue assim William.

Lyman dá duas batidas no ombro direito do irmão e volta seu olhar para Lanna -A senhora deseja julgá-los agora, ou prefere que eles passem a noite nas celas asquerosas?

Lanna está pensativa








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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por Lyman Lannister em 08.10.17 17:11



Lanna Parte III

Após a notícia que William havia trazido, Lanna estava feliz, mas ao mesmo tempo, pois agora, a decisão era só sua Se poupar os Piratas, os cidadãos e comerciantes de Lannisporto não irão gostar nem um pouco, mas a Casa Lannister irá ganhar soldados sem medo e exímios navegadores, mas se eu matá-los, teremos que treinar mais capitães

Lanna sorri quando vê o abraço de Lyman e William, mas logo volta ao seu estado pensativo, ela ouve a pergunta de Lyman -Primeiramente quero agradecer você, William, por seus esforços Ela sorri -William, como agora é o Capitão do Exército Lannister, certifique-se de que algo assim não aconteça tão facilmente.

Lanna volta seu olhar para Lyman -Agora, devemos organizar Lannisporto Ela põe a mão direita na cintura e a mão esquerda no queixo, pensando no que faria a seguir

Lanna anda em direção a porta do quarto, a abre -Levem os piratas para a Sala do Trono Ela ordena aos soldados que estavam do lado de fora do quarto, a jovem Lady volta seu olhar aos seus cunhados, para que a sigam e assim o fazem

Lanna já esperava sentada no Trono do Leão, como era chamado, William e Lyman estavam sentados nos leões dourados, William no que se encontra a direita e Lyman no que se encontra a esquerda de Lanna, estes leões não eram apenas decoração, pois suas costas eram modeladas e acolchoadas para servirem de acento, soldados Lannister estavam enfileirados um ao lado do outro ao redor da sala e mais seis aos pés dos degraus de acesso ao Trono

As portas são abertas por dois soldados, os capitães dos 12 navios são trazidos para a sala, assim que eles estão de frente para o Trono as portas são fechadas, eles estão com as mãos atadas e acompanhados por dois soldados Lannister, cada um -Me deem um, apenas um bom motivo para poupar a vida de vocês.

Os piratas trocam olhares -Temos paus enormes e adoraríamos consolar uma puta viúva Um dos capitães fala sorrindo, expondo seus dentes podres e com a língua para fora

Lanna revira os olhos, Lyman arregala os olhos com raiva e volta seu olhar para a cunhada, William se levanta e põe a mão no cabo de sua espada -Senhores, por favor, acalme-se Lanna dirigia sua palavra a seus cunhados -O cavalheiro ali está apenas dizendo o que está em seu coração, aliás, foi o único que teve a coragem de dizer algo Lanna sorri -E por isso vai ganhar um presente Ela se levanta

-Vocês aí, soldados Lanna volta seu olhar para os soldados que acompanhavam o capitão que havia se pronunciado -Abaixem as calças dele Os soldados obedecem Lanna, que, ao ver o pênis do pirata solta uma gargalhada -Então este é o seu enorme pau? A jovem Lady não consegue conter suas risadas

-Aposto que de todos os homens que já te foderam, eu tenho o pau maior sua vagabunda O pirata enraivecido exclama, Lanna para de dar risadas, volta seu olhar para o soldado, dá um sorriso -Arranquem a língua dele Lanna volta a sentar no trono, Lyman sorri, os dois soldados o seguram firme enquanto um terceiro puxa sua língua para fora de sua boca e a corta com uma adaga, os gritos de dor do homem são muito autos

Lanna volta seu olhar para Lyman -Será que ele já aprendeu a lição dele? Lyman balança seus ombros indicando não saber -Eu acho que não, talvez tenha aprendido a como se portar na presença de uma dama, mas com certeza não aprendeu que não se deve tomar o dinheiro de cidades que não são suas, levem-no de volta para a cela, deixem que sangre até a morte, quando estiver morto, pendurem seu corpo nu em uma das muralhas de Lannisporto Os soldados levam o pirata dali

-Alguém mais quer ser engraçado? Lanna está séria, nenhum dos piratas se pronuncia -Ótimo, agora, vocês tem duas escolhas, podem se ajoelhar e servir a casa Lannister, ou podem ser engraçados e sofrer um destino igual, talvez pior que o do seu amigo Lanna encara os piratas, que aos poucos vão se ajoelhando, até que não reste nenhum de pé, Ela sorri -É assim que eu gosto, agora, como servos da casa Lannister, poderão manter seus navios, sob o meu comando, façam tudo o que eu mandar, e serão homens muito ricos, caso contrário, bem, vocês viram o que acontece.

Lanna volta seu olhar para os soldados -Levem eles aos seus novos aposentos, deem roupas novas e um banho, e por enquanto, mantenham vista grossa com eles, ainda não ganharam minha confiança.

Os piratas são levados, Lanna pede que os outros soldados a deixassem sozinha com seus cunhados, e assim o fazem, ela agora está sozinha com Lyman e William, ambos viram-se em sua direção -Amanhã começaremos os reparos na cidade, levará algum tempo para que Lannisporto volte a ser o que era antes, mas os Lannister sempre saem por cima Ela ergue a cabeça













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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

Mensagem por R'hllor em 10.10.17 13:32

1 - Como não há relatos de onde começa ou termina as muralhas, vou considerar junto ao personagem William, que realmente as muralhas contornam toda Lannisporto.

2 - Abrir o  portão e fechar pode ter sido um erro inocente, pois não considerou o tempo que esse processo causa, pode ter sido suficiente para conflitos antes dos soldados Lannister chegar até a costa ou atravessarem completamente para o portão tornar a se fechar.

3 - Achei um pouco estranho a atitude do Lyman Lannister ao se infiltrar no Septo, mais ainda na reação pobre sobre a morte do irmão. Mas como não é uma contribuição ativa, e sim um complemento da trama, não tem problema, talvez só seja a personalidade do personagem.

Considerações Finais: Como foi considerado uma invasão a parte do primeiro conflito, vou relevar o fato do tempo de abertura do portão. A trama em si pareceu lidar com diversos núcleos, e vocês souberam anexar esses temas todos na mesma linha de tempo.

Conclusão: O fechamento da trama está completo; parte da cidade, cerca de 15% foi destruída, tanto por moradores na fuga quanto pelos piratas que entraram na cidade, sem contar o incêndio. Pessoas morreram, cerca de cinquenta civis de diversas formas diferentes, quanto soldados. Os doze navios podem ser anexados ao depósito Lannister.

Soldados Mortos: 287 soldados
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Re: [Trama Secundária I] Mudanças

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