Trama Secundária - A ira do dragão

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Trama Secundária - A ira do dragão

Mensagem por Wilson Tyrell em 04.10.17 11:22



Wilson e sua comitiva passaram pelo portão do Jardim de Cima depois de uma longa viagem de Porto Real. Sua irmã, Helena o recebia no pátio, mas não com saudade e alegria, mas com agitação e estresse. Todos que estavam no pátio se moviam rapidamente, tentando acabar com seus deveres para então procurar refúgio da ameaça que lorde Wilson não saiba. Ele desce de seu cavalo, olhando ao pátio, estranhando o movimento intenso de seus súditos, colocando estoques de comida nos armazéns e crianças entrando dentro do castelo. Se aproximou de sua irmã e disse:

Wilson: O que está havendo? Por que todo esse movimento? Não vi nenhum cerco do lado de fora.

Antes que Helena pudesse responder, um rugido corre pelo céu, fazendo com que todos parassem o que faziam e olharam para cima. Um dragão enorme corta o céu em alta velocidade. Wilson olha com admiração e pavor, ao ver uma das criaturas dos Targaryens voando sobre o Jardim de Cima. Mas sabia que não era uma coisa boa, era na verdade, um pesadelo. Um dragão solto e sem o seu dono, sempre causa destruição por onde passa. Quando o dragão se distancia da fortaleza, Wilson grita para que todos voltem a trabalhar, e começa a caminhar rapidamente ao seus aposentos.

Wilson: Helena, chame o meistre e peça-o para mandar três corvos, um para VilaVelha, para o arquimeistre, um para Porto Real e um para Pedra do Dragão. Precisamos saber qual dragão é esse e a qual Targaryen ele pertence. Fale nos corvos para Porto Real e Pedra do Dragão que um de seus dragões está a solta, e que precisamos que seu dono venha buscá-lo. Diga ao arquimeistre sobre maneira possíveis de domar e matar um dragão crescido, caso os Targaryens não venham pegar seu animal de volta.

Helena concordou com seu irmão e imediatamente deixou sua presença, e foi a procura do meistre, antes mesmo que pudessem que cumprimentar propriamente. Wilson chama seus comandantes e diz a eles para mandar patrulheiros achar o ninho do dragão. Apesar de ser um grande problema, é algo que Wilson espera conseguir controlar. "Melhor do que uma epidemia." O lorde vai até seus aposentos e prepara sua armadura e suas armas. Mesmo sendo loucura, ele sabe que a ultima alternativa vai ser lutar contra o dragão. e nesses tempos, não pode ousar perder muitos homens, não com guerra chegando no horizonte.

Após algumas horas, um de seus homens entra bate na porta do escritório de Wilson, e o lorde abre a porta. Um dos comandantes está na porta, e diz:

Comandante: Senhor, os patrulheiros já estão à procura do ninho do dragão, não demorará muito até encontrarmos o ninho.

Wilson: Muito bem. O protetor da Campina, já em sua armadura pega seu cinto com suas espadas. Prepare os homens, vamos caçar um dragão.


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Nota: não tirei ST da viagem por ser o primeiro post do personagem, se for ter que tirar, é só dizer que irei corrigir.
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Re: Trama Secundária - A ira do dragão

Mensagem por Wilson Tyrell em 04.10.17 13:32

Muito movimento no pátio do Jardim de Cima, pois as tropas estão se preparando para marchar contra o dragão, mas o grupo de Wilson é pequeno, com apenas 20 pessoas, com alguns dos soldados em 4 carroças com cabras e porcos, enquanto o resto da comitiva está montada. O lorde anda pelo pátio, e todos o olham pensando que está indo em uma batalha suicida. Helena está atrás dele, gritando:

Helena: Você está louco?! Como espera enfrentar um dragão, ainda apenas com mias 20 idiotas. - Claramente chateada, não quer despedir do irmão de novo tão cedo, ainda mais com ele indo enfrentar um dragão. - O rei Jaeherys já morreu e agora quer juntar a ele?!
Wilson: Não estou louco, mas temos que cuidar desta ameaça, não podemos ter um dragão solto pela Campina. -
Ele anda em direção ao seu cavalo, enquanto acerta os preparativos finais para a "caçada". - Tenho um plano para ocupar o dragão enquanto esperamos uma resposta do arquimeistre e dos Targaryen. Enquanto isso, o Jardim é seu. Não o destrua enquanto estou sou evaporado.

Helena faz uma cara séria. Não era uma boa hora para piadas, mas Wilson não queria sair sem um sorriso no rosto. ele estava um tanto confiante em seu plano, ainda que o achava extremamente arriscado. Pois indo encontrar com um dragão solto, não há nada mais arriscado e perigoso. Wilson vira para Jenny Lowther, aia e melhor amiga de Helena e diz:

Wilson: Não deixe ela matar as plantas enquanto cuido do bicho dos Targaryen. - Ele fala sorrindo, não queria demonstrar medo.
Jenny: Tenho cuidado dela desde que me lembro como gente, não se preocupe. - Fala mantendo um sorriso arranhado, pois também teme a morte do lorde.

Wilson se aproxima de um dos patrulheiros que retornou com a localização do ninho. O patrulheiro dá as informações e ambos sobem em seus cavalos. O protetor então olha para Helena e dá um aceno de despedida e ordena que abram os portões. A comitiva sai e Helena ordena:

Helena: Lorde Wilson pediu para todos os arqueiros ficarem nas muralhas, e ordenou turno duplo. Se eles falharem, a Campina estará em extremo perigo.


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Re: Trama Secundária - A ira do dragão

Mensagem por Wilson Tyrell em 04.10.17 15:29


Depois de uma hora de viagem, o o grupo encontra uma parte da floresta queimada em uma reta. O patrulheiro que havia retornado com a comitiva indica que a parte queimada está apontando na direção do ninho. Wilson mandou deixar alguns cavalos entre as árvores, para dificultar a visão do dragão em pegar eles como presas. As carroças assim como metade dos soldados ficaram, enquanto Wilson, o patrulheiro e mais 8 andam pela floresta queimada, em direção ao que acreditavam ser um perigo inimaginável. No caminho, eles encontram alguns ossos com metal derretido. Os outros patrulheiros forma carbonizados pela chama do dragão, e era impossível distinguir onde o metal e o osso se fundiram.

Depois de uma longa caminhada, eles encontram uma planície, com uma pequena elevação em seu fim, formando um morro. No topo morro, está um imenso dragão. Verde claro, assim como a grama, mas não camuflado, pois suas escamas eram grande e diferenciavam do gramado. Sua cabeça era gigante, um pouco mais da metade de uma carruagem, e quando abria sua boca para rugir, ficava maior que um adulto alto. Ele despedaçava o que parecia ser uma presa pequena pare ele, mas um pouco menor que um humano.

O grupo voltou até o resto e todos foram em direção ao ninho pela floresta, distanciando da parte queimada, mas próximo, para que o cheiro da grama em chamas possa mascarar a presença deles. Ao alcançarem a planície, perceberam que a ideia não foi tão útil, pois ao avistarem o dragão, ele estava olhando para a floresta, como se ele soubesse da presença do grupo, mas não sua localização exata. Wilson ordenou que 5 homens se movimentassem pela floresta, circulando o ninho. Assim que os soldados percorreram um quarto do ninho, o dragão percebeu os soldados, e soltou um forte rugido em sua direção. Nesse momento, o lorde Tyrell, correu com mais 3 soldados na direção do dragão, carregando um grande porco amarrado e ainda vivo. Correram metade do caminho até o ninho, e Wilson percebeu que o que o dragão comia era outro dos patrulheiros, e quando levantou o olhar, a besta enorme o encarava com raiva.

Wilson olhou nos olhos da grande criatura, que o encarava com um olhar de ódio, de fogo e sangue. O dragão começou a se movimentar na direção do lorde, que então ordenou a retirada dos homens e começou a correr na direção reversa do monstro. Mas antes que pudesse completar metade do caminho de volta a floresta, o dragão já havia se aproximado bastante, a besta então levantou a cabeça, seu peito estava crescendo, como se fosse soprar com força, mas não era ar que sairia de seus pulmões, era fogo.


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Re: Trama Secundária - A ira do dragão

Mensagem por Wilson Tyrell em 04.10.17 18:26

Wilson sentiu um calor forte em suas pernas, quase ardendo, por um instante achou que não as sentia, e que elas haviam sido carbonizadas assim como seus soldados. Quando abriu os olhos, viu as chamas perto de seus pés, e o gordo porco, amarrado e vivo, completamente carbonizado pelo fogo do dragão, que levou a carcaça para o centro do ninho para terminar a refeição. Wilson voltou com mais calma para a floresta, ao ver que não sofria mais ameaça. Ao alcançar o resto do grupo se aproxima de um dos soldados:

Wilson: Continue alimentando ele a cada hora. Temos que dar motivo para mantê-lo aqui. E mande trazer reforços do Jardim de Cima.
Soldado: Sim meu lorde.


Wilson ficou sentado embaixo da árvore por horas, observando o dragão. Vendo sua rotina, sua forma de alimentar, seus movimentos, observou a besta colossal devorar dois de seus soldados enquanto levavam sua janta, e encarava o dragão em longas trocas de olhares entre os dois. Perto do anoitecer. Os reforços chegaram. 300 soldados, que pareciam carregar pouco equipamento, o comandante, Dickon, um dos principais do Jardim de Cima, se aproximou da posição de seu lorde.

Wilson: Chegou na hora certa. Trouxe o que pedi?
Dickon: O máximo de piques que tinha, pouca ou nenhuma armadura, e bastante carne podre.. Nunca vi uma guerra ser lutada com flechas de carne.
Wilson: Precisamos atrapalhar os sentidos dele e vamos precisar de movimento. Nenhuma armadura para fogo de dragão. E não queremos que as tropas cheguem perto o bastante para levarem uma rabada ou serem engolidos inteiros.


Wilson se aproximou de suas tropas. Começou a desenhar um plano de batalha com seus homens, Precisava esperar o anoitecer para atacar, mas necessitava motivar os soldados, e fazer um discurso na hora da batalha iria dar sua posição. Quando Chegou a frente de suas tropas bem quando ia começar a falar, percebeu sua chance de salvar todos aqueles homens.

Na frente de todos, haviam três jovens, com idade de aproximadamente 20 anos, com cabelos brancos, em que do mais alto para o mais baixo, ia escurecendo, mas ainda era notável, eram bastardos Targaryen. Wilson chamou os três para conversar, dois deles tinham o sobrenome de Waters, e o mais novo de Flowers. Os mais velhos tinham nítidos cabelos brancos, e o mais novo era enrolado e extremamente curto, e não tirara o capacete.

Wilson: Vocês podem salvar a vida de todos aqui sabiam?

Os três olham com estranheza. Até que o mais novo, com uma voz fina pergunta?

Flower: O que podemos fazer?
Wilson: Os três tem sangue Targaryen, ou seja, os três podem ter uma conexão forte com dragões, assim como seus antepassados. Tudo o que quero que façam é que cheguem perto daquele dragão e tentem tocar nele, de maneria leve, sem machucá-lo.


Todos olharam para Wilson como se ele fosse louco. Uma ideia estúpida que até mesmo Dickon colocou a mão em sua cabeça e esfregou a mesma, completamente calva. Mas o lorde não parecia alterado, ele agia como se tivesse uma ideia que salvaria a todos, com se tivesse pensado na cura para escamagris. Ele mandou o mais velho ir primeiro, que começou a aproximar com extrema cautela, até que viu a confiança de Wilson, e começou a ir com firmeza, para impressionar o lorde. Ao se aproximar do dragão, que dá uma rosnada para o garoto, ele continua avançando, e quando ele está com a mão prestes a encostar no dragão, a besta rapidamente vira a cabeça e engole o bastardo em um instante, e pousa a cabeça no chão.

Apesar do fracasso inicial, Wilson pede que o segundo vá, apesar de ser menor, tinha mais postura que o primeiro. Andava com mais confiança, ou simplesmente queria acabar logo com aquilo, e antes de se aproximar muito do dragão, o mesmo começa a mudar de posição lentamente,
como se estivesse ignorando o garoto. Depois de um suspiro, o bastardo dá mais um passo para frente, quando leva uma tremenda rabada o dragão, e é atirado com extrema velocidade para uma árvore, onde é completamente estraçalhado e fica irreconhecível se era uma pessoa ou qualquer outro animal que tenha sido atirado ali.

Ao perceber que o plano não sucederia, Wilson ordenou as tropas a entrarem em formação para combate, mas ao virar, o ultimo dos bastardos passou por ele e foi em direção do dragão. Wilson o chamou de volta e disse:

Wilson: Não precisa fazer isso. Você terá mais chances em um combate do que assim.
Flower: Não tenho escolha, se você não conseguir pará-lo, ele destruirá o Jardim de Cima, e matará minha mãe. Pelo menos reze aos sete que eu não morra como o ultimo.


Wilson não conseguiu segurar e deu uma leve risada rápida. Então o bastardo tirou o capacete e seus longos cabelos foram revelados. Era uma jovem mulher, da mesma idade que Helena. O que fez Wilson fica ainda mais relutante em sacrificá-la para o monstro, porém antes que pudesse reagir, ela já havia corrido na direção do dragão. O lorde e o comandante saíram das árvores e começaram a andar até a besta.Quando a bastarda aproximou, o dragão virou em sua direção, ela então levantou o braço com a palma aberta, e virou o rosto pois temia o pior. Mas aconteceu o contrário.

O dragão aproximou sua cabeça à mão aberta da garota. Criando uma conexão entre os dois, e Wilson começou a olhar o dragão que o encarou de novo, mas não com olhar de ódio, mas de calma e paz. A garota então começou a esfregar ambas as mãos nas escamas do seu novo amigo, e começou a montá-lo. Todos os soldados saíram das árvores para ver o acontecimento inédito. O dragão ficou irritado ao ver o movimento das tropas, mas sua amiga o acalmou com facilidade, e ambos partiram para o céu noturno.


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Re: Trama Secundária - A ira do dragão

Mensagem por R'hllor em 05.10.17 22:52

A Campina: Um Dragão Selvagem está sobrevoando as plantações das fazendas próximas ao Jardim de Cima, ele irá atear fogo em tudo que estiver pela frente. Os Lordes da Campina terão de lidar com essa situação de extrema urgência, ou 30% de todo lucro mensal será perdido, fora as vidas das pessoas que vivem por ali. Caso falhem, haverá uma revolta entre os agricultores e 20% do exército Tyrell.

Considerações NPC:

1 - 25% das terras férteis do Jardim de Cima foram queimados, já que as ações para confrontar o Dragão partiram depois disso, mas também lidaram com o problema, controlando o dragão e chamando reforços. Deverá ser debitado do depósito no próximo acréscimo.

2 - Lorde Tyrell sofreu queimaduras leves ao estar próximo do jato de fogo que carborizou o porco. Porque tanto como o fogo, o gás que o dragão solta também é extremamento perigoso. Deve debitar 150 pontos de HP.

3 - Todas as considerações de haver bastardos Targaryen presentes serão desfeitas, pois quebra o conceito de criação dos personagens que privativa Targaryens e membros de Valíria para trama principal e o próprio NPC.

Considerações Finais: Como a desconsideração acaba fragmentando o fim do tópico, vou seder uma possibilidade: Com o fim da comida disponível para o Dragão, ele passou a caçar os homens presentes e próximos, deixando apenas Lorde Tyrell e dois soldados vivos, correndo pela campina. Essa fuga durou quase seis horas, até o dragão alçar voo e ir para fora das terras do Jardim de Cima. Mais de sessenta homens morreram naquele dia.A coragem do Lorde Tyrell evitou que agricultores e soldados se revoltassem de alguma forma, pois ele tomou a frente e enfretou da melhor forma possível. Os Targaryen ignoraram o chamado de ajuda.

Conclusão: Deve ser feita uma narração a partir destes fatos, somando o drama de ter perdido tantos homens, quanto de ser ignorado pelo Rei. Também deve tratar das feridas, e lidar com as perdas.
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Re: Trama Secundária - A ira do dragão

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